quarta-feira, 29 de julho de 2009

mão estendida e um abraço quente...perdido em meio aos vãos...


Beije a imagem no ataúde de um estranho
O que foi feito do esplendor?
Doze batidas caíram
E o respirar ouvido levemente
Tão debatida minha beleza

Uma alma arruinada lamentando
Onde os anjos concedem suas asas
Para curvar, para reverenciar o âmago de um amigo

Beije-me delicadamente, Deus feroz
Meus lábios estão silenciosos para pronunciar mil palavras vãs
E quão doce trabalho
Tudo está escuro, tudo está enegrecido
Tudo menos uma face ascendida



...e me perdi...
num delírio de loucura não pensada...uma confusão indolente...
numa agonia egoísta...sem valor...
eu te tenho como valor...de pessoa, favores...e amor!
como suas rosas vivas ou mortas...pois você sempre estará viva em mim...assim como sempre esteve...

nos dias confusos...nas madrugadas eternas...nos sonos profundos...na distância lamentável...

te tenho mais perto do que possas imaginar...e não é por terra que as digo...e sim de coração...

não me atormento se sentes o mesmo...pois sei que um dia isso ja lhe habitou...mas não é isso que me importa...

o que me preocupa é saber se estás em paz...
isso me atormenta os dias...
assim como sua companhia...me colore os dias, por mais escuros que sejam...e ao teu lado...sinto raios de esperança...assim como o princípio de tudo...

te abraço grande em mim...pois és o ser pequenino em existência...mas infinito...em beleza de alma...

anos felizes sempre à ti!


J.

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