quarta-feira, 14 de abril de 2010




À noite ao lado dela, é em mim que você vai pensar, pois eu fui a menina a qual você sempre sonhou, e sou a mulher cuja você não conseguiu manter. Estive nas suas mãos, mas escapei por entre os dedos. Prefere mostrar que foi diferente? Que fui eu a culpada? Por que tanto ciúmes então? Eu te pertenço? Acho que sou muito mais do que as suas mãos podem segurar.
Só não se esqueça que o amor não se cobra, nem se prende. E também, nem tudo é um jogo e nem tudo é vingança, ao menos da minha parte.
Não perca tempo cuidando o que eu faço, não perca tempo com mensagens, pois isso só mostra o quanto você ainda é inseguro e se importa comigo.
Se eu penso em você? Ainda sim, mas de algumas formas que ainda fogem da sua compreensão.
Também não me olhe, seu olhar não me causa nenhuma comoção. Você vai continuar errando e se apoiando nas suas marionetes para ter uma pseudo-segurança; é, isso adianta por um tempo, mas logo a máscara cai novamente. Minta pra si mesmo, às vezes a realidade é tão ruim que uma hora a gente acaba acreditando na própria mentira.
Você quis tanto saber quem eu era, qual era a verdade, que isso acabou te consumindo e te cegando, impedindo que você enxergasse o que o seu coração sempre soube.
Mas vá em frente, ou melhor, volte pra trás; ao menos espero que esteja tomando as decisões por si mesmo e isso faz a pessoa crescer, mesmo que errando.

(Por Aneshka)

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